Mídia & Insight

Projetar um espaço atual e eficaz é um desafio, não caia em armadilhas

Camada-12

É, de fato, preciso inovar. Mais do que isso, é preciso buscar soluções reais para o espaços de trabalho. Os espaços “comuns” não mais conseguem acompanhar a evolução tecnológica ou suportar as novas dinâmicas que essa evolução exige. Chega um momento em que as empresas começam, de uma só vez, a mudar a configuração de seus espaços, e o que elas usam como Benchmarking para achar seu formato ideal é relevante, mas também pode ser uma armadilha.

Passamos, no mínimo, oito horas por dia trabalhando. Quando essas horas são vividas dentro de um escritório, temos que aceitar: A QUALIDADE DESSE ESPAÇO CONTA. Conta na atração e retenção de talentos. Conta na imagem corporativa. Conta na materialização das políticas organizacionais. Conta na otimização das horas de cada colaborador, horas essas que precisam ser vividas com bem estar real por cada funcionário. Este bem estar é o que irá determinar, ao fim do mês, os resultados de cada empresa.

Símbolo da nova era dos espaços de trabalho, os escritórios do Google, desde que foram publicados em larga escala, tornaram-se tema de muito estudo e debate acerca da qualidade (ou não) que efetivamente promovem em seu interior. De fato as características deste espaço foram visionárias, e muitas delas foram assertivas PARA O GOOGLE. Desde então, esta virou a maior referência do que é um local de trabalho inovador e diferenciado.

Anos se passaram, e o movimento por escritórios com maior qualidade e bem estar para seus colaboradores nunca esteve tão em alta. Novas referências surgem todos os dias, estampadas em fotografias de ambientes diversificados, coloridos, visualmente agradáveis e inovadores. Cresce a ansiedade por aplicar um novo formato físico ao espaço corporativo. E é preciso fazê-lo, e fazê-lo cada vez melhor. É preciso, principalmente, que este espaço acompanhe as novas estratégias organizacionais e seja sustentado por elas.

São inúmeros os resultados de pesquisas que comprovam a importância de locais de trabalho com mais qualidade e menos engessados. A experiência vivida no interior destes espaços deve ser única.

Mas, para que possamos entender os riscos de mudanças baseadas apenas em tendências, voltemos no tempo para recordar quando surgiram os OPEN SPACES, ou espaços abertos que unem múltiplos setores e equipes sem divisórias. Um formato inovador para a época de seu surgimento, que foi amplamente replicado a partir de dado momento. Este foi, de fato, um avanço necessário. Mas foi sua replicação sem maiores critérios que culminou nas outras diversas necessidades que buscamos suprir nos dias atuais.

O fato é que: um open space que não é acompanhado de espaços múltiplos de apoio gera prejuízos quanto à produtividade e bem estar: os ruídos se elevam, o foco se perde, a concentração é dificultada, a privacidade vira luxo. No início, e ainda hoje, muito pouco se fez sobre as áreas de apoio que devem acompanhar um open space, normalmente apenas limitadas à salas de reunião “padrão”.

Então, como não cair novamente nesta armadilha?

O projeto de arquitetura de qualquer espaço de trabalho deve ser embasado por dados reais da empresa que o receberá, e não somente por tendências visuais ou conceituais escolhidas aleatoriamente. Até mesmo as mais assertivas tendências, para funcionarem, precisam levar em conta o enviroment em que serão aplicadas.

Um projeto com base apenas em tendências pode custar caro. Fica bonito na foto, mas não funciona. Não há retorno real de seu investimento. Gera impacto no primeiro dia de trabalho , mas sua realidade é de pouca ou nenhuma adesão dos colaboradores. O fluxo interno segue sem dinamismo, os custos operacionais seguem altos, os colaboradores seguem desengajados e desconectados da organização, nada funciona. As políticas de uso do espaço não acompanham o projeto, ou não são debatidas com aqueles que realmente precisam de um espaço melhor: os funcionários.

Quando pensamos nas múltiplas atividades que desempenhamos, ansiamos por criar espaços que possam suportá-las. E como fazer isso sem replicar o que funciona para OUTRAS EMPRESAS, mas não funciona para a sua?

  • Com planejamento.
  • Com real mapeamento de atividades que cada setor e equipe desempenham (ou precisam desempenhar) ao longo do dia no interior do seu espaço.
  • Com pesquisa direcionada à seus funcionários, sustentada pelas políticas e cultura de sua empresa.
  • Com foco no fortalecimento de SUA marca.

Desenvolver um projeto correto é tão importante na saúde dos colaboradores e das organizações que, hoje, as mais relevantes certificações para empresas medem justamente a experiência e o bem estar que o espaço físico gera em seus funcionários: são elas a WELL CERTIFICATION e a FITWEL.

Quando uma empresa planeja e promove a evolução de suas políticas e estratégias organizacionais, é preciso fornecer um espaço que suporte o novo formato. O projeto de arquitetura deste espaço deve ser resultado final de um processo: praticamente uma equação matemática gerada pelas pesquisas que devem ser efetivamente realizadas com todas as suas equipes e no interior de seus espaços. Há de se embasar o que está sendo proposto.

A metodologia WORKXPERIENCE®, marca registrada da STUDIO BR ARQUITETURA, surgiu como evolução do formato internacional ABW (Activity Based Working) adequado ao o perfil do colaborador brasileiro. Nossas pesquisas geram dados, esses dados geram tipologias espaciais justificadas, e, por fim, essas tipologias compõem um fluxograma de uso que é o layout final. A especialização no Branding aplicado à Arquitetura é também fator essencial à formatação de nossos números, pois cada etapa de desenvolvimento tem como pilar essencial a marca de nosso cliente. A meta final não pode ser outra:

  1. Elevar o bem estar no local de trabalho
  2. Otimizar recursos operacionais
  3. Engajar os colaboradores

….e, como consequência dos três: Elevar a produtividade e saúde da organização.

WORKXPERIENCE ® – Projetando a alta performance do espaço de trabalho

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